
Lá de cima, olhando do 30º andar, eu lembrei que alguns problemas da gente cabem sem aperto nem sobra no que sugere essa metáfora. Às vezes, quem olha de fora, quem olha de longe, pode achar que eles são pequenos porque simplesmente não está dentro deles, interagindo com eles, subindo, descendo, de quando em quando sendo arrastado. Lembrei também que às vezes a gente só precisa do exercício de recuar o coração do lugar onde as ondas quebram, brincar um pouco com o efeito do zoom, olhar de fora, olhar de longe, para ter outra perspectiva do tamanho do problema, da intensidade dele, do seu desenho.
Alguns problemões não passam de probleminhas quando olhados sob a perspectiva do vasto mar, incomensurável mar, que nós somos. E das ondas todas que já encaramos.
Alguns problemões não passam de probleminhas quando olhados sob a perspectiva do vasto mar, incomensurável mar, que nós somos. E das ondas todas que já encaramos.
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